sábado, 31 de agosto de 2013

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Irmão | Sobrinho


E porque não somos irmãos!
Sou tia e tu sobrinho!
Mas sim és a quem eu dou as mãos!
Sempre com carinho,
Não são sermão (s),
Apenas quero que vejas o caminho!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Palco de Ciap


No palco ao correr as cortinas,
Há expectativas e alegrias,
Há aplausos que causam arrepios,
Transmitindo qualquer tipo de elogios.

A luz incidida em mim,
Trás-me um sentimento de desafio,
Àqueles que se encontram fronte mim,
Espero não desiludi los com o feitio.

Ai, quem me dera,
Não ter de respeitar este guião.
E poder saltar para a Era,
Traduzindo toda a magia e paixão!

O palco, as luzes,
São a fonte do meu viver.
Pena por vezes estarem sujas e apagadas,
Como se quisessem ver-me morrer!

Carina! Oh não Joaquim!
Deixa-me vaguear entre sonhos e fantasias,
Para que possa sem mais minorias,
Espelhar-me neste palco que é a Sabedoria!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Mobilia que sou





A luz vista por dentro poderá ser um palco de sonhos, sonhos esses que não incluem mudança rotineira, podendo então considerar-me uma mobília, mobília essa que tento a todo o tempo edificar.
Desta forma tento dar futuro à luz vista por dentro, no maior projecto que é a minha vida.
À medida que me vou conhecendo mais e melhor descubro que por detrás da mobília que sou, existe um painel que é a face solar da noite, onde o forte de luz desenha-se em todos os objectivos e percursos que tento percorrer para alcançar a estrutura do meu lado emocional com o desenho da cor de cada projecto.
Assim sendo, posso tentar descrever-me em 1000 palavras mas apenas sei que modelo os meus sonhos numa luz intemporal desde a sua tradição à sua inovação.