segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Palco de Ciap


No palco ao correr as cortinas,
Há expectativas e alegrias,
Há aplausos que causam arrepios,
Transmitindo qualquer tipo de elogios.

A luz incidida em mim,
Trás-me um sentimento de desafio,
Àqueles que se encontram fronte mim,
Espero não desiludi los com o feitio.

Ai, quem me dera,
Não ter de respeitar este guião.
E poder saltar para a Era,
Traduzindo toda a magia e paixão!

O palco, as luzes,
São a fonte do meu viver.
Pena por vezes estarem sujas e apagadas,
Como se quisessem ver-me morrer!

Carina! Oh não Joaquim!
Deixa-me vaguear entre sonhos e fantasias,
Para que possa sem mais minorias,
Espelhar-me neste palco que é a Sabedoria!

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